Bom, primeiramente desculpem-me os conselheiros do “você não é do campus Bambuí”, "opinião de ex-aluno não conta", do "não se meta com isso" e tantos outros.
Pelo bem do IFMG-Campus Bambuí e imensa necessidade de ver essa escola por qual tenho carinho inestimável ser a maior do Brasil, falo agora e aqui, com a propriedade de quem conviveu com muitas pessoas em época de curso técnico, que fez curso técnico integrado na rede, que fez graduação no antigo CEFET BAMBUÍ, que foi estagiário no CEFET BAMBUÍ, que foi técnico administrativo no CEFET BAMBUÍ e no IFMG e que agora, trabalha como professor TAMBÉM no IFMG, completando já doze anos de inquilinato neste condomínio. (Além de ter convivido a vida toda do lado dessa escola e com pessoas que se formaram nela em todas as épocas imagináveis)
Desses doze anos, em sete fui aluno, em cinco atuei como servidor (estagiário, técnico e professor), e destes cinco por sua vez, passei praticamente três deles em Bambuí! Então falo sim com toda a propriedade que me é devida. Tentando relatar um sentimento, uma percepção. Citando momentos descreverei a seguir algumas SENSAÇÕES vividas neste longo período. Sensações que não podem ser barradas, somente sentidas e neste texto externadas. Não citarei nomes, mas se a carapuça em alguém servir, bom, esteja à vontade para nos falar o diâmetro da sua cabeça.
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| Aluno também pensa! |
Entrei num CEFET BAMBUÍ em 2004 com expectativas que não foram atendidas. Isso foi um fato!
Não respondo por todos os cursos, mas adianto que minha sensação era generalista, abrangente e quase crônica quando ingressei no chamado, nada mais nada menos, "Curso Superior de Graduação Tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com Ênfase no Agronegócio". Isso mesmo, o nome do meu curso era composto de nove palavras. Chega a ser engraçado perceber o inocente e “anarfabétyku” pleonasmo no "superior de graduação tecnológica". E chega a ser mais engraçado ainda saber que este nome viera mais tarde a ser modificado em outros quatro, cinco momentos. Mas isso é o de menos, serve apenas para ilustrar, através de um pequeno galho na relva, toda uma selva na qual estavam aparentemente perdidos professores, técnicos, departamentos, alunos e recursos. Perdidos em uma estagnação que fora sedimentada ao longo de válidos quarenta anos, porém na década de 2000, uma estrutura já desgastada demais, duradoura demais, acomodada demais e confortável demais a um mesmo grupo. E nem culpo o grupo por isso, acho que é natural. As pessoas vão se sentindo mais “donas do pedaço” ao longo dos anos.
Com a percepção de um aluno a ser formado, no mais clássico sentido da palavra forma (leia-se “a do bolo”), me via num curso moldado, no mais clássico sentido da palavra molde, para alienar. Biblioteca lastimável (não tínhamos praticamente nenhum volume na área de computação), o curso não era reconhecido pelo MEC, já éramos a 2º turma e até o segundo semestre existiam apenas quatro professores, sendo que um ministrava aulas de Produção Zootécnica, ou pelo menos fingia dar esta aula, afinal, eu que entrava num curso para aprender COMPUTAÇÃO, assistia aulas totalmente foras do contexto.
Não existiam laboratórios usáveis. Eram 30 máquinas das quais poucas funcionavam (e este era o único laboratório para o Curso Superior de Graduação Tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com Ênfase no Agronegócio!). Os professores, que se amontoavam em uma pequena sala ao lado, não tinham recursos para ministrar um conteúdo qual tinham tanta vontade de nos passar. Não importa se era prática ou teórica, NÃO EXISTIAM RECURSOS PARA NENHUMA DAS DUAS! Fico até feliz de ver uma discussão numa comunidade sobre as eleições no Orkut sobre qual peso uma dessas modalidades de aula deva levar. Prática? Isso era inimaginável há quatro, cinco anos atrás em meu curso.
Relembro nomes como do excelente Professor XXXX, do fantástico Professor XXXXX e tantos outros, que incomodaram por querer um curso bom demais, um curso fora da “forma de bolo” e aí sim, assaram, pegaram o chamado também na comunidade “trem para a Sibéria” rsrsrs, ou seria “trem para o triângulo”. Neste caso não o das bermudas, pois todos estes excelentes profissionais que admiro são reconhecidos hoje como excelentes onde estão. Estão melhores hoje do que estavam na época. Que perda de cérebros foi aquilo!
Lembro-me de muitas Fulanas, Beltranas, Cynaras, Cidas e Ciclanas, protegidas até o último momento, e no final, no limite da paciência e da pressão estudantil, rodarem feito uma baiana no pelourinho. E depois, uma chuva de desculpas para lavar toda a poeira levantada e espantar as piadas dos alunos, as baratas do antigo refeitório, os pernilongos dos alojamentos, a fumaça dos viciantes e incontroláveis cigarros juvenis, a meninada do primeiro ano do único laboratório de informática, dos carros chiques e do ônibus, que naquela época sim, naquela época era terrível! Ou algum aluno de 2006 já se esqueceu dos combinados de “Não peguem o Transimão”? Hoje a Transimão domina o trecho? Será por quê? Já se perguntaram isso?
Lembro do frio e da neblina que vinha da lagoa, quando esperávamos fora da escola um ônibus de dez da noite até uma da manhã. Por ordens, não podíamos ficar nas dependências e nem na guarita, outra bobagem que não me incomodava, mas que por mero detalhe dá dimensão da necessidade de autoritarismo.
Alguém se lembra dos famosos “Big Brother´s”? Prender alunos durante dias no refeitório, sem poder sair, para interrogatórios e posteriores expulsões. Lembro-me da fama de um que teve cinco dias. Aula? Que nada! Todos comentavam, mas ninguém podia (falar) provar, e nunca poderão, nunca poderemos, não posso, nunca podíamos. Será que poderíamos? Nunca vi antes um medo tão grande de conjugar o futuro, parecia que existia uma lei a favor do pretérito imperfeito. Os famosos “Black-outs” sempre terminavam em botinas voadoras nas salas dos figurões. Como ficavam magoados! Não viam o que os alunos sentiam, não prestavam atenção no sentimento. “Ah! É só coisa de adolescente! Expulsa uns quatro que ês miora!” E escrevendo agora essas palavras, me sinto novamente aluno, o sentimento fica, acho que nunca vai passar, era muita sacanagem. Quando falam na tal comunidade da falta de proximidade com os alunos, falam de qual forma de proximidade? Por que se for a forma que imperava antes de 2007, por favor, os alunos não precisam deste tipo de aproximação, estava muito mais pra intimidação, coação.
Hoje se fala em melhorar o xerox, o transporte. Do refeitório!? Alguém se lembra dos famosos “cozidos de bode” ou das (não eram costelas!) ESPINHAS DORSAIS COZIDAS de gado velho, repleto de antibióticos aplicados antes do bicho ser sacrificado e ir para o prato da meninada! Eu via adolescentes longe das suas famílias, se deliciarem com bolacha recheada a semana inteira. Não agüentavam a comida produzida na escola. Sem nutricionista, sem nada! Isso ninguém na tal comunidade vai falar. Ou tem algum aluno que como eu também provou das delícias da época, ou digo mais, alguém acha que nutricionista também é frescura e que menino num precisa disso? Não me falem de refeitório, hoje não servem mais em bandejões metálicos enferrujados. Não encontram mais baratas na comida, nem nada desse tipo. Nada contra o bandejão, tem seu charme, mas é sempre bom um bandejão pelo menos “acyadym”, como lá dizíamos. A fila foi fila igual a do INSS em capital durante anos! Não havia sistema, não havia dois atendentes que fosse. Gente o refeitório antes de 2007 era uma coisa sem comentários. Se apenas o meu relato não servir, peço encarecidamente que perguntem aos alunos que estudavam lá nessa época.
O famigerado “rapar curral” e “cortar cana” dito tanto na referida comunidade foi distorcido. O sentido correto disso só vai poder ser sentido por aquele aluno que era retirado da sala de aula, do seu quarto, das suas férias, do seu feriado, do aniversário da vô, do casamento da tia, do funeral do primo, do almoço de domingo, do dia das mães, do dia dos pais, do carnaval com os amigos, do NATAL, do reveillon e tantos outros momentos “inúteis” na concepção alheia para, a kilometros de casa, descarregar um caminhão de esterco. E ainda depois ter que ver o seu nome afixado numa folha, como um jornal de mau gosto, dizendo: “tal aluno deve 6 dias de trabalho”. Essa conversa TEM FUNDAMENTO SIM! Não desvirtuem! É feio o título que estão dando: “Trabalho escravo”. Mas não acho que estão chamando disso só pra fazer piada. Alguém já chegou a dormir nas dependências do antigo suíno!? Eu já! Não falem besteira! Os prédios da mecânica, que hoje são as lápides deste antigo e nefasto alojamento, escondem uma história de anos. Isso sim foi ação! Foi progresso! Que tal levar um pouco disso tudo em consideração antes de se dizer que estes estão abarrotados de alunos em salas minúsculas? Vão dizer: “Obra, obra, pra que obra?” Obras são patrimônio! Não sejamos contra elas. Antes de se criticar dizendo "Vão inaugurar prédios vazios... pff".... Tentem pensar: "Como utilizaremos essa estrutura no próximo mandato em prol do aluno e do servidor?"
Não vou falar de coisas pop´s hoje como o bullyng de sempre, das discriminações, das preferências, das vantagens distribuídas como mensalidade, das famosas e concorridíssimas MONITORIAS, essas aí eram somente para os quais chamávamos de “moralzudos” ou, de “pelo bão”. Aluno que virava o mundo de cabeça para baixo para poder ter o prazer de varrer as salas de aula após um dia de expediente em troca de prato de comida no refeitório, chamavam de ISENÇÃO. Como era triste ver aquilo.
Ainda existe o conceito de “calouro”, “enfeitado” e “doutor”. Eu refletia sobre essas denominações que vocês nem sabem. Lembram-se também de quem esperava a quarta chamada no exame de seleção!? Huunnn, a famosa quarta chamada! As pessoas diziam que a quarta chamada era conhecida por ser posterior a uma outra etapa que não constava no edital: A conversinha. Era ir lá, trocar uma idéia na mesa de uma figura aqui, outra ali. E assim, por mágica o nome aparecia na lista da quarta chamada. Que fama era aquela. O que vejo hoje, depois de tanta coisa superada é uma sistemática necessidade de volta a esse passado tão pouco focado no aluno. Eu tento refletir e pensar que, quem defende esse discurso, ou escuta quem promoveu esse tempo das sombras, só pode estar enquadrado em duas situações: 1 – Ou não viveu aquilo e não sabe realmente o que foi – está desinformado. 2 – É uma pessoa que não tem o mínimo de respeito com o ALUNO! Porque desejar a volta de um sistema daqueles, tem que ser simplesmente doido!
Pode ser que a chamada "escola fazenda" para a época ida dos anos 60 e 70 tenha sido um sistema eficaz de formação de técnicos. Mas há muito não é mais. Ainda mais para os tempos atuais!
Galera, não vamos nos esquecer!
VIVA O ALUNO DO CURSO TÉCNICO! Foi ele quem construiu essa escola e mais da metade deste Brasil! Era triste não o ver respeitado e é ainda mais triste não o ver ser respeitado agora com ameaças, dissimulações e apreciação desse tempo.
Lembram-se do velho ditado: "Diga-me com quem tu andas, que lhe direi quem tu és!"
VIVA O ALUNO DO CURSO TÉCNICO! Foi ele quem construiu essa escola e mais da metade deste Brasil! Era triste não o ver respeitado e é ainda mais triste não o ver ser respeitado agora com ameaças, dissimulações e apreciação desse tempo.
Lembram-se do velho ditado: "Diga-me com quem tu andas, que lhe direi quem tu és!"
É muito engraçado ainda perceber quem não tem conhecimento de todo o contexto, ir a comunidade e pregar como um catedrático, acusando uns e outros de “ditador”, “antipático” e “falso”! GENTE! CUIDADO COM A MANIPULAÇÃO! Cuidado com o chavão de “amigão”! Amigão de aluno não existe! Estão sempre querendo alguma coisa e tenham certeza, vão usar dos piores métodos para conseguir isso!
Mas também dizem muitas coisas corretas: “Não podemos abrir mão do passado”. Pena que em muitas das vezes, usam essa expressão para tentar se dignificar na esperança que todos devam voltar a ser o que eram, os processos voltem a ser como antes, a não fiscalização e cobrança retorne. Prezados, não é bem assim.
O passado é importantíssimo, mas a reciclagem é sempre necessária. Muitas coisas mudam e outras não. O importante é a mudança num sentido de evolução. E essa, quando existem pessoas dispostas a fazer, se torna inevitável. Para qualquer empresa, instituição, escola, CEFET, CEFET, CEFET, 3º melhor centro universitário do Brasil. Ah! Que saudades daquelas faixas que recobriram a cidade! Não importa a gestão, o que importa é que aquela faixa, que eu via da janela do carro, cada dia numa carona, me fazia sentir importante, diferente do tamanho que antes nos deram pra no máximo crescer! Não tínhamos DCE, não tínhamos ouvidoria, não tínhamos nada! Só a ilusão de uma boa escola! Julgavam que éramos alunos bobos do interior, diziam que quem quisesse coisa boa mesmo que fosse para outro lugar, lá era lugar de técnico ralar e gente do curso superior formar rápido, para sair logo! Ponto final! Quantas vezes ouvi isso. “Somos uma escola famosa, veja como está limpa nossa fachada!” “Ninguém vai limpar a cozinha!? Arrumar as camas!? A sala de TV?”
“NÃO QUEREMOS OBRAS FARAÔNICAS!” Que isso! EU QUERO O MÁXIMO DE OBRAS FARAÔNICAS POSSÍVEIS! Logicamente aliadas a muitas outras ações. Mas elas também fazem parte. Vocês, que fazem curso superior (ou qualquer outro) não sentem uma certa sensação de inferioridade quando vão a uma formatura de outra universidade, num auditório construído exatamente para aquilo, e sua família vem, seus amigos... gente.. isso é importante demais. Uma biblioteca grande e espaçosa, um espaço para os alunos fazerem suas festas, gincanas e etc. Afinal, estamos falando aqui de votar A FAVOR da oposição ou, como um grunge rebelde sem causa, votar CONTRA a situação!? Votem A FAVOR do seu candidato! A FAVOR! Vejam as propostas de todos! Vejam o que foi feito, o que pode ser feito, vejam a pessoa! Votem A FAVOR! Não se atenham a dedos apontados e a perguntas capciosas! Escutem propostas! Esse negócio de votar CONTRA não garante nada! Em muitas vezes pode sair torresmo e entrar banha! Cuidado!
(Acho inclusive, que neste ponto, um debate cairia muito bem!)
Quando vejo esses murmúrios de manifestação anti-obra, anti-escola, anti-infraestrutura, anti-progresso, anti-IFMG, anti-patrimônio NOSSO, lembro-me quando fui estagiário no início de 2007! Sequer tinha uma sala decente para o departamento de informática! Aliás, sequer tinha computador! Quantos técnicos de informática passaram no concurso público e entraram no antigo CEFET e não tinham sequer computador pra trabalhar!
Quando as pessoas vão a comunidade falar de passado, elas falam exatamente disso! De um autoritarismo forte, articulado e muitas vezes, principalmente para quem era aluno, assustador! E isso não são palavras ao vento, quem viveu viu! Viu o desprezo para com o trabalho científico, viu retumbar pelos corredores os burburinhos defamantes de concursos manipulados, de recursos desviados e de um pequeno grupo que sempre levava as vantagens, em detrimento de uma instituição que mais do que nunca foi imperial! Aí vão dizer pra mim: “Prove o que você está falando”. Eu respondo: Eu não provo nada! Isso sempre foi FAMA! Assunto na cidade, papo de corredor. Isso não dá pra negar! Provas podem sumir com elas. Agora impressão essa fica, ficava - ficou. (e ainda, até hoje, gera comentários e incertezas pelos cantos).
Então, veio uma proposta nova, uma proposta inovadora que estava por romper todo um império quarentão naturalmente desgastado. Essa foi a cara da candidatura do Flávio! Uma candidatura que se propôs a mudar e mudou muito. E digo isso com a consciência de quem viveu um crepúsculo inverso, saindo de uma noite fria fora da guarita para uma manhãzinha no início pouco iluminada e que aos poucos, a cegantes olhos vistos, brilhou como um sol forte de meio dia em período curto de um ano:
Programas de pesquisa, capacitações, gestão por competências, organização interna, ouvidoria, dinter, minter, vínculos com instituições de fomentos (ou alguém acha que o dinheiro criou boca e foi lá falar com o CNPQ?). Expansão da biblioteca, renovação completa do refeitório, abertura de cursos em várias áreas e muito mais. Aí o amigão vai falar: “Mas isso foi investimento do governo! Não é mérito!” Galera isso é mentira! Aplicar o recurso num lugar certo, voltado para o aluno, gerenciar um projeto, gastar o mínimo possível para entregar o melhor possível, isso dá um imenso trabalho! Só gente competente sabe fazer isso! Enfim, aquela história do “renovar o sangue” aconteceu na prática nessa época!
E o meu curso? Em um período de um ano e meio já existia na biblioteca uma sessão de livros totalmente voltada para a COMPUTAÇÃO, dois laboratórios com 80 máquinas novas FUNCIONANDO, RECONHECIMENTO DO MEC em seu melhor conceito (http://emec.mec.gov.br/), adequação do nome e das disciplinas do curso, muito mais professores, possibilidade de bolsas em projetos de iniciação científica e assim por diante. Além das coisas, que a galera nova hoje não vê, pois chegou depois: Refeitório, calçadas na escola, reforma de vários setores, laboratórios específicos como os de Mecânica, Informática, sala de professores e muito mais. E isso era só uma percepção de estudante minha. Nada mais.
Eu começava a ver um sentido nas coisas. As obras, a imitar as plantações que rodeam a escola, brotavam do chão todos os dias (e ainda brotam). A gestão, mais organizada do ponto de vista empresarial, se mostrava num norte que até então nunca existira. Inclusive, a sensação que se tinha era que o CEFET havia encontrado uma bússola, e que deixara de navegar a mercê dos sopros de poucos e tomava um rumo a terra (não a encantada como prometem, mas aquela que permite colocarmos os pés no chão), ancorando num lugar, que como qualquer outro tem seus problemas, contudo muito mais próspero.
Não estou aqui defendendo um lado ou outro, estou aqui para relatar pra vocês um SENTIMENTO vivido e que não pode ser desprezado. Como eu disse no início, essa não é uma história que tem por pretensão finalizar a discussão, longe disso. Ela só serve de base, numa amostragem pequena, para dar entendimento do que de FATO foi o SENTIMENTO de um aluno, ou até quem sabe, o sentimento de um “cursinho de informática pra cidade” como chamavam, que no fim foi salvo pelo gongo e formou mestres, profissionais, professores e muitos outros. Acho que nem esperavam tanto isso do "Curso Superior de Graduação Tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com Ênfase no Agronegócio". Ainda bem que as coisas mudaram a tempo e eu estava lá pra ver.
Antes de começar o bombardeio, vejam bem! Não digo aqui que a oposição de hoje é o passado de outrora! Mas afirmo que, com toda a certeza e apesar das dificuldades, a gestão atual foi muito positiva, rompeu com vícios corporativos e deu norte pras coisas. Fico preocupado em ver quem está com quem nesse processo eleitoral. Espero que, seja lá quem for a próxima gestão de Bambuí, lembre-se do que passávamos como alunos há alguns anos atrás, reflita e continue no caminho certo, caminho que inegavelmente, até agora, foi desenhado pela gestão do Diretor Flávio Godinho. E como já disse antes e em outras ocasiões, se alguém tiver um pouco de paciência para perguntar, ler, averiguar, vai logo perceber que tudo isso que eu disse são simplesmente fatos, não política!
Pensem nisso.
Fraterno abraço a todos!
Pensem nisso.
Fraterno abraço a todos!







